Renda Básica Universal
A deliberação das decisões macroeconômicas e sociais presididas pelo estado necessitam cada vez mais passar por um estado de metamorfose. No entanto, devido ao tamanho robusto e a sua rigidez da origem em sua constituição, o tempo "caminha" na contramão gerando atrito na reformulação de ajustes que deveriam ser implementados em seus primórdios.
Mas essa é uma tarefa a ser conduzida por um grupo seleto capaz de reestruturar toda base constitucional, que hoje, é apenas folhada e repaginada com emendas constitucionais
Recentemente, para contentamento de alguns e aborrecimento de outros, surgiu no cenário as inteligências artificiais. Com elas, está se extinguindo cada vez mais, e com mais velocidade, o poder de atuação do homem no mercado de trabalho, e isso impacta diretamente o financiamento da população sobre os custeios do estado e de si mesma.
Contanto, o assunto já vem sendo abordado por grandes investidores, empresários, políticos e outros partidos fluentes interligados diretamente, e afetados pela intervenção dessa tecnologia.
Para citar uma referência, vejamos um trecho da fala do mega empresário residente dos EUA: "Haverá cada vez menos trabalhos que um robô não possa fazer melhor, o que fazer com o desemprego em massa? Este será um grande desafio em massa, e acho que, em última análise, teremos que ter algum tipo de renda básica universal." Elon Musk. Cimeira do Governo Mundial 2017
No trecho anterior, podemos observar a intenção que dá luz a esperança do surgimento à uma solução a nível mundial para reagir mediante ao surgimento da necessidade de interferir no efeito que poderia levar o mundo ao aumento da desigualdade socioeconômica.
Por este motivo, resolvi elaborar e apresentar uma ideia do inventário dos meus pensamentos para responder esse problema. Para compreender, é necessário que você tenha o conhecimento da equação matemática regra de três, e que também leia a parábola do semeador (Mateus 13:1-23).
No quadro abaixo está montado o esquema da fórmula da regra de três. os dois primeiros quadros, da parte de cima, onde temos A e B, representam diferentes valores. Neste caso, quero que voce faça a leitura da seguinte forma: o primeiro quadro representa o valor correspondente ao regime socialista (A), enquanto o quadro ao lado, representa o partido de direita (B).

Já na parte de baixo, as letras que agora podemos ler como ideologias de viés político estão invertidas. Mas veja que ao lado da letra "A", está junto a letra "X", pois é a partir desse quadrante, que a economia deve ter como princípio para criar um esquema de financiamento da renda básica mundial, a seguir explico.
Para compreender esta explicação, preciso que você interprete cada quadrante como um tipo de solo. Na parábola do semeador, o camponês saiu para semear, e quando foi executar essa tarefa, havia quatro tipos de solo. O primeiro estava à beira do caminho, neste a terra não produziu. O segundo era pedregoso, neste também não produziu. O terceiro era espinhoso, e também não produziu. Mas no quarto, a semente conseguiu brotar.
Aplicando à prática esse exemplo, podemos considerar que 25% do trabalho na semeação do solo foi suficiente para fazer com que o serviço trouxeste a compensação de 100% de todo trabalho exercido.
Mas calma, temos que terminar de entender todo processo, a fim de percorrer e ocupar todos os quadrantes atingindo 100% de aproveitamento do bloco. Veja a figura abaixo e leia:

Já sabemos que 25% seria a condição ideal como ponto de partida. Mas observe, até mesmo o semeador tinha sementes. Mas antes de dar continuidade a essa explicação, quero deixar explícito, essa é uma solução para alguém idealista, que visa uma solução da política de centro, onde o estado deve intervir em 50% com a prestação de auxílio social, que neste caso, se trata da formação de um capital social, que é financiado pelo estado, que após tomar dimensões maiores, dá condições para que todos aqueles que estiverem aptos, possam adentrar numa zona de maior capitalização monetária, com uma menor intervenção do estado, mas interligado a ele.
Retomando, a porcentagem citada seria equivalente a renda de um salário mínimo, que deveria ser ajustado com instâncias de gestão estatal com a parceria privada a fim de levantar um estudo que ilustrasse um valor mínimo ideal para uma família. A incidência dos impostos deveria gerar um investimento desse dinheiro na previdência público-privada com a marcação de um score, que quando atingisse um valor proporcional ao da renda básica, essa pessoa seria "aposentada", pois seu fundo de investimento supriria a demanda das necessidades econômicas, então ele passaria para o nível dois.
Quem atingisse o nível dois, poderia se tornar empreendedor, onde a partir da sua renda, que poderia vir através de um trabalho ou mesmo da sua renda básica, ele conseguiria injetar no seu projeto sua própria semente.
