Fé racional: seu maior exemplo
Existe uma discussão recorrente que entrelaça uma dualidade de sentidos opostos no inicio da criação, mas que, se fossem cordialmente cedidos os revezes e diluídas as diferenças poderiam formular uma resposta satisfatória, que é ao mesmo tempo unificada num elo entre a ciência e religião.
Esta manifestação, por sua vez, traria para nossa realidade, a substancia materializada de uma área da metafisica ou da física quântica que iria revelar conteúdos ainda adormecidos e escondidos no subconsciente coletivo.
A ação tomada a partir deste ambiente, se amistosos, iriam conjecturar a resposta para a pergunta transcendental, racional e consciente: "como surgiu a criação?".
Vamos agora visualizar alguns poucos detalhes e colocações a respeito desse título, sobre como defende-lo.
Tomamos a passagem de Genesis 1, falando a respeito da criação, no que diz respeito do que foi criado, mas não "como". A princípio, parece uma maneira indiferente, egoísta, arrogante, prepotente, e acima de tudo, alienativa, para expor informações sobre como foi feito o universo. Mas os cristãos até tentam dar uma desculpa para essa explicação, dizendo: "Ah! Isso é mistério".
Mas se tentarmos nos ater aquilo que podemos provar, nem mesmo a explicação teórica mais elaborada pelo campo da ciência seria suficiente para trazer concordância entre aqueles que acreditam: de qualquer maneira seria preciso ter fé, e se fosse para considerar a fé mais dominante, é claro que a maioria iria optar pelo lado que defende e respalda suas bases com esse quesito, a fé cristã.
Partimos deste ponto para um pensamento mais escandaloso aos interesses alucinadores...
A teoria elaborada para dar essa explicação, bem mais aceita e replicada nas instituições de ensino, dentre outras, é a de Charles Darwin. Em sua tese defende que todos os considerados animais (incluindo o homem), tenham evoluído segundo uma progressão de adaptação e necessidade na cadeia de comando dominante e passivo dos animais.
Este é ponto de partida para o encerramento. Segundo a teoria citada logo acima, o homem se desenvolveu e surgiu como uma resposta de evolução de seus ancestrais ainda mais primitivos, os macacos.
Este apontamento é encarado como uma via antagônica ao processo de criação do homem: para a ciência, o homem surge do macaco, para a religião o homem nasce de um desejo numa manifestação magica e sobrenatural.
Até hoje existe esta polarização, parece que, pelo o interesse de dominadores deste mundo, senão o próprio satanás, faz questão em criar essa divisão. Então, ou você acredita ser um animal evoluído de maneira espontânea, sem perspectiva de vida além do seu nascimento, ou você acredita ter sido surgido num passe de mágica, pela vontade divina, como se Deus não fosse o Deus dos processos.
Nesse ponto, o cristão que acredita na ciência é punido ou tratado como herege e ainda como uma blasfêmia. Mas eu me pergunto, se até Jesus teve que nascer para chegar ao seu legado no cosmos, porque então ele não teria respeitado sua própria maneira de agir, constituindo o homem através de um processo?
Eis a resposta: A ciência explica de maneira racional aquilo que foi realizado pela atuação, poder e vontade de Deus. Eis a fé racional. E seu maior exemplo: Charles Darwin.
Mesmo que o processo da evolução estivesse parcialmente equivocado, quando suscita o pensamento à indignação do entendimento, onde: o homem ao invés de surgir de um macaco, poderia ter passado por um processo de cascata evolutiva a partir de sua própria composição, ao invés de ter surgido a partir de um ancestral mais primitivo, como o macaco.
Podemos escolher um lado, ou elaborar um teoria unificada, onde, usufruímos do conhecimento daquele que nos fez e por meio dela, nos comunicarmos com sua sabedoria.
Também podemos entender é possível que neste entendimento, surge uma linha de pensamento que aprove a concordância entre fé e ciência.
Também iremos saber que Deus respeita os processos, porque nem seu filho escapou dele, quanto menos toda sua obra. Pois Deus também ama a arte, e isso é impresso na sua criação, a magia é só questão de paixão, porque o amor, é ele próprio, e nós, quando cremos na ciência e somos devotos a fé, conhecemos sua manifestação.
Bibliografia:
Charles Darwin. Acesso 21/03/2024. Disponível em:
< https://brasilescola.uol.com.br/biologia/charles-darwin.htm >
